“Feminino” herege: deslocamentos do olhar desejante em O estranho que nós amamos (de Sofia Coppola)

Autores

  • Marina Costin Fuser University of Sussex UC. Berkeley Brasil

Resumo

Crítica de Os estranho que nós amamos(The Beguiled, Sofia Coppola, 2017)

Abstract: Review of The Beguiled (Sofia Coppola, 2017)

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Biografia do Autor

Marina Costin Fuser, University of Sussex UC. Berkeley Brasil

Doutoranda em cinema e estudos de gênero na universidade de Sussex (Reino Unido). Ela pesquisa o cinema de Trinh T. Minh-ha e é bastante influenciada pela teoria de Gilles Deleuze. Passou um ano pesquisando sob a supervisão de Trinh T. Minh-ha na UC Berkeley, onde cursou seu doutorado-sanduíche. Ela pesquisa e atua no campo de gênero desde 2006, contribuindo com artigos e pesquisas, dentre as quais se destacam: “Um estudo acerca da emancipação da mulher em Simone de Beauvoir” e “Mulheres que dançam à beira de um abismo no teatro político de Hilda Hilst”. Sua tese em curso aborda o nomadismo no cinema de Trinh T. Minh-ha. Marina fez parte da fundação do Inanna, núcleo transdisciplinar de investigações de sexualidades, gêneros e diferenças da PUC-SP. Integrou o GenEq – Gender Equity Resource Center (Centro de Recursos sobre Equidades) em Berkeley e o NGender – núcleo de estudos de gênero de Sussex. Foi colaboradora do Reframe Activism – coletivo de doutorandos e acadêmicos militantes de Sussex, e fez um estágio em curadoria de cinema no Pacific Film Archive, em Berkeley. É bacharel e mestre em ciências sociais pela PUC-SP sob a orientação da Dr. Carla Cristina Garcia. E-mail: marinacfuser@hotmail.com

Publicado

2021-12-12

Como Citar

Costin Fuser, M. (2021). “Feminino” herege: deslocamentos do olhar desejante em O estranho que nós amamos (de Sofia Coppola). Imagofagia, (16), 581–591. Recuperado de https://imagofagia.asaeca.org/index.php/imagofagia/article/view/277

Edição

Seção

Críticas