Cinema e politização em Argentina. Os primeiros filmes de Jorge Cedrón (1963-1971)

Autores

Palavras-chave:

anos 60, Jorge Cedrón, cinema politico, história de Argentina, radicalização

Resumo

Este artigo propõe uma aproximação ao cineasta Jorge Cedrón, cuja obra e atividade anteriores ao filme Operación masacre (1972), obra-chave do cinema militante argentino, foram pouco exploradas. À semelhança de outros cineastas que mais tarde se voltaram para o cinema abertamente político, Cedrón iniciou o seu percurso influenciado pela renovação que significou a chamada Generación del 60. Neste contexto, proponho uma aproximação aos seus três primeiros filmes: as curtas-metragens La vereda de frente (1963) e El otro oficio (1967), e o longa-metragem El habilitado (1971), inserindo-os na trama político-cultural do período, com o propósito de contribuir a partir deste caso particular para as discussões tanto sobre as rupturas quanto as continuidades em itinerários específicos de radicalização, quanto à politização geral do campo cinematográfico argentino.

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Biografia do Autor

Pablo Alvira, Universidad de la República

Profesor en Historia y Doctor en Humanidades y Artes por la Universidad Nacional de Rosario, Argentina. En la actualidad es Docente del Departamento de Historia Americana en la Universidad de la República, Uruguay. Investigador (nivel I) del Sistema Nacional de Investigadores (ANII). Integrante del Grupo de Estudios Audiovisuales (GEstA-UdelaR). Estudia los vínculos entre izquierdas y campo cultural en América Latina, centrándose en el cine de intervención política entre las décadas de 1950 y 1970. E-mail: pabloalvira@yahoo.com.ar

Publicado

2023-04-13

Como Citar

Alvira, P. (2023). Cinema e politização em Argentina. Os primeiros filmes de Jorge Cedrón (1963-1971). Imagofagia, (27), 70–93. Recuperado de https://imagofagia.asaeca.org/index.php/imagofagia/article/view/948

Edição

Seção

Pasados