Revendo "Kátia" dez anos depois: notas sobre performance e política

Autores

Palavras-chave:

Documentário queer, Kátia, performance

Resumo

Este artigo pretende discutir o documentário Kátia (Karla Holanda, 2013, 73min) dez anos depois do início de suas filmagens. Neste sentido, busca-se compreender a experiência do filme a partir da noção de performance tensa, surgida da representação da personagem principal e suas repercussões. Ao afirmar o protagonismo de Kátia Tapety, seu papel público e privado, problematiza-se o próprio filme enquanto um marco do documentário queer no Brasil. Pensar o filme a partir da performance tensa significa lidar com uma personagem transgênera que, ao representar seu próprio papel, conduz a narrativa fílmica a partir de seus próprios conflitos, lançando luz em seu protagonismo político.

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Biografia do Autor

Gustavo Silvano Batista, Universidade Federal do Piauí - UFPI

Doctorado en Filosofía - PUC-Rio / Universidad de Copenhague. Profesor Adjunto IV del Departamento de Filosofía – UFPI. Profesor del Programa de Posgrado en Comunicación de la UFPI. E-mail: silvanobatista@gmail.com

Roberto Cesar Silva de Azevedo, SME-RJ / SEDUC-RJ

Doctorado en Historia de la Ciencia y la Salud – FIOCRUZ. Profesor de Geografía – SME-RJ y SEDUC-RJ. E-mail: robertocsazevedo@gmail.com

Publicado

2022-06-07

Como Citar

Silvano Batista, G., & Silva de Azevedo, R. C. (2022). Revendo "Kátia" dez anos depois: notas sobre performance e política. Imagofagia, (25), 105–135. Recuperado de https://imagofagia.asaeca.org/index.php/imagofagia/article/view/891

Edição

Seção

Pasados