O que nos move? Políticas de afetividade em torno dos modos de representação das Malvinas
Palavras-chave:
políticas afectivas, performance, lo real, MalvinasResumo
Neste artigo, abordo o projeto de Lola Arias sobre as Malvinas (Veteranos, instalação vídeo, 2014; Campo minado, performance, 2016; Doble de riesgo, exposição que incluiu a instalação vídeo, 2016; Minefield / Campo minado, livro, 2017; e Teatro de guerra, filme, 2018), centrando-me nas políticas afetivas que são postas em jogo e nos significados que desencadeiam. A hipótese inicial é considerar que a centralidade que este projeto tem tido se deve em grande parte aos afetos que são postos em jogo e à "atmosfera afetiva" (Anderson, 2011) gerada. Pensar os afetos será uma forma de entrar relacionalmente em reflexões sobre três das questões sobre as quais críticos e académicos se têm pronunciado: "o real" em cena, os limites entre realidade e ficção no marco das formas contemporâneas do género documental, e o problema do testemunho no terreno híbrido da construção artística da história.
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