O que nos move? Políticas de afetividade em torno dos modos de representação das Malvinas

Autores

  • Lorena Verzero CONICET-UBA

Palavras-chave:

políticas afectivas, performance, lo real, Malvinas

Resumo

Neste artigo, abordo o projeto de Lola Arias sobre as Malvinas (Veteranos, instalação vídeo, 2014; Campo minado, performance, 2016; Doble de riesgo, exposição que incluiu a instalação vídeo, 2016; Minefield / Campo minado, livro, 2017; e Teatro de guerra, filme, 2018), centrando-me nas políticas afetivas que são postas em jogo e nos significados que desencadeiam. A hipótese inicial é considerar que a centralidade que este projeto tem tido se deve em grande parte aos afetos que são postos em jogo e à "atmosfera afetiva" (Anderson, 2011) gerada. Pensar os afetos será uma forma de entrar relacionalmente em reflexões sobre três das questões sobre as quais críticos e académicos se têm pronunciado: "o real" em cena, os limites entre realidade e ficção no marco das formas contemporâneas do género documental, e o problema do testemunho no terreno híbrido da construção artística da história.

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Biografia do Autor

Lorena Verzero, CONICET-UBA

Investigadora Independiente de CONICET; Profesora Titular de “Semiología” en UBA XXI; Directora del posgrado en Actualización en Arte y Política en América Latina-Facultad de Filosofía y Letras (UBA); Coordinadora del Grupo de Estudios sobre Teatro contemporáneo, política y sociedad en América Latina, Instituto de Investigaciones Gino Germani, Facultad de Ciencias Sociales (UBA). E-mail: lorenaverzero@gmail.com

Publicado

2023-10-30

Como Citar

Verzero, L. (2023). O que nos move? Políticas de afetividade em torno dos modos de representação das Malvinas. Imagofagia, (28), 275–303. Recuperado de https://imagofagia.asaeca.org/index.php/imagofagia/article/view/979

Edição

Seção

Dossier