A Poética do Cinema de Lucía Seles

Autores

  • Macarena Bialski Universidad de Buenos Aires

Palavras-chave:

cinema argentino, directoras de cinema, Shklovski, BAFICI

Resumo

Este artigo propõe uma abordagem crítica ao fenômeno audiovisual de Lucía Seles. A partir do conceito de estranhamento de Shklovski (1916), analisaremos como A Tetralogia do Ódio Desencadeado—como Seles denomina seus quatro filmes do Complexo de Tênis—liberta os objetos, as situações e o próprio cinema do automatismo do dia a dia, revelando o mundo de uma forma diferente. Isso ocorre por meio de um cinema de poesia (Pasolini, 1970), que utiliza recursos de repetição e improvisação—visíveis nas atuações e nos textos impressos na tela—que configuram a marca autoral da cineasta.

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Biografia do Autor

Macarena Bialski, Universidad de Buenos Aires

Licenciada en Artes con orientación en Cine y Artes Audiovisuales por la Facultad de Filosofía y Letras de la Universidad de Buenos Aires. Allí es adscripta de la cátedra “Problemas del cine y el audiovisual en Latinoamérica”. En 2024 ganó la Beca UBAINT para profundizar sus estudios en la universidad francesa Université Paris 8. Participa como escritora colaboradora en la Revista Taipei | Crítica de cine. E-mail: macarenabialski@gmail.com

Publicado

2026-04-30

Como Citar

Bialski, M. (2026). A Poética do Cinema de Lucía Seles. Imagofagia, (33), 7–27. Recuperado de https://imagofagia.asaeca.org/index.php/imagofagia/article/view/1106

Edição

Seção

Presentes