Fracturar el espectáculo: potencia política del cine de apropiación en el capitalismo digital

Autores

  • Milciades Jara Alarcón Universidad del Cine

Palavras-chave:

cine digital, cine político, teoría de la imagen, espectador, cine latinoamericano

Resumo

Este ensaio examina as potencialidades da arte cinematográfica no capitalismo digital contemporâneo, através de uma discussão entre os postulados de Jean-Louis Comolli e Jacques Rancière. Utilizando dois filmes latino-americanos como referência —(Cuerpos frágiles, Óscar Campo, 2010) e (Homenaje a la obra de Phillip H. Gosse Pablo Weber, 2020)—, explora-se o estatuto da imagem num ambiente de saturação mediática. Argumenta-se que, longe de uma "morte da imagem", o cinema de apropriação digital revela uma tensão produtiva: a imagem, mesmo transformada em espetáculo, conserva uma alteridade irredutível. A análise destas obras permite propor a figura de um espectador híbrido, que exerce uma práxis simultaneamente crítica e emancipadora, capaz de subverter os signos da dominação para reconfigurar a partilha do sensível e produzir novo conhecimento.

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Biografia do Autor

Milciades Jara Alarcón, Universidad del Cine

Antropólogo y Cineasta. Magíster en Manejo de Recursos Naturales por la Universidad de La Frontera (UFRO) y Maestrando en Cine Documental en la Universidad del Cine (FUC, Buenos Aires) como becario del programa Chile Crea. Investigador en el proyecto "Filosofías posmarxistas del cine: Jacques Rancière y Alain Badiou" (FUC). E-mail: milciades.jaraa@gmail.com

Publicado

2026-04-30

Como Citar

Jara Alarcón, M. (2026). Fracturar el espectáculo: potencia política del cine de apropiación en el capitalismo digital. Imagofagia, (33), 209–232. Recuperado de https://imagofagia.asaeca.org/index.php/imagofagia/article/view/1154

Edição

Seção

Teorías