As mortes de todas as tardes: uma reflexão sobre Orione (Toia Bonino, 2017)

Autores

  • Marília-Marie Goulart

Resumo

Como representar a morte? Como representar a tragédia da morte (violenta)? Essas e outras questões norteiam a reflexão sobre o documentário Orione desenvolvida neste texto.

Abstract: How to represent death? How to represent the tragedy of (violent) death? These and other questions guide the reflection on the documentary Orione developed in this text.

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Biografia do Autor

Marília-Marie Goulart

Graduada em Ciências Sociais pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo, onde realizou pesquisas nos campos da Antropologia Urbana e Sociologia da Comunicação sobre a violência nas metrópoles contemporâneas. É Mestre pelo Programa de Meios e Processos Audiovisuais da Escola de Comunicação e Artes da USP, com a dissertação Um Salve por São Paulo – imagens da cidade e da violência em três obras recentes, realizada com bolsa Fapesp. E-mail: mmarie.goulart@gmail.com

Publicado

2021-12-12

Como Citar

Goulart, M.-M. (2021). As mortes de todas as tardes: uma reflexão sobre Orione (Toia Bonino, 2017). Imagofagia, (16), 574–580. Recuperado de https://imagofagia.asaeca.org/index.php/imagofagia/article/view/276

Edição

Seção

Críticas