O pensamento técnico e estético no processo de criação de Foley no Brasil. Entrevista com Alessandro Laroca

Autores

  • Débora Regina Opolski Universidade Federal do Paraná
  • Juliano Carpen Schultz Universidade Estadual do Paraná

Resumo

Resumo: Entrevista com Alessandro Laroca, supervisor de som brasileiro de filmes como Tropa de elite (2007) e Mariguella (2021).

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Débora Regina Opolski, Universidade Federal do Paraná

Professora do curso de Licenciatura em Artes na Universidade Federal do Paraná (UFPR), integra o colegiado do PPG-Cineav na Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR). Trabalha como editora de som. Tem no currículo filmes como Dois filhos de Franscisco (2015), Tropa de Elite (2007), A mesma parte de um homem (2020). Autora dos livros Introdução ao desenho de som: uma sistematização aplicada na análise do longa-metragem Ensaio sobre a Cegueira (Editora: Universitária UFPB, 2013) e Edição de diálogos no cinema (Editora: UFPR, 2021). E-mail: deboraopolski@gmail.com

Juliano Carpen Schultz, Universidade Estadual do Paraná

Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Cinema e Artes do Vídeo, da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR). Bolsista CAPES. Trabalha como artista de Foley e editor de som. Em seu currículo estão filmes como Bingo o Rei das Manhãs (2017), Marighella (2021) e A mesma parte de um homem (2020). Além de filmes, trabalhou em diversas séries para os canais de streaming como HBO, Netflix, Amazon Prime e GloboPlay. E-mail: julianocschultz@gmail.com

Publicado

2022-06-07

Como Citar

Opolski, D. R., & Schultz, J. C. (2022). O pensamento técnico e estético no processo de criação de Foley no Brasil. Entrevista com Alessandro Laroca. Imagofagia, (25), 223–237. Recuperado de https://imagofagia.asaeca.org/index.php/imagofagia/article/view/864

Edição

Seção

Entrevistas