O alucinado (Él, 1953) de Luis Buñu-Él: passado e futuro do pai totêmico na personagem de Dom Francisco Galván de Montemayor
Palavras-chave:
Luis Buñuel, estudos de masculinidade, estudos de papéis de gênero, estudos de cuir, cinema latino-americano.Resumo
Resumo: O filme O alucinado (Él, 1953) de Luis Buñuel é um dos mais intrigantes de sua filmografia. A película trata da vida de um personagem masculino extremamente ciumento, de meia-idade e rico, para quem sempre há uma pronúncia diferente do "Ele" a partir de quem o enuncia: de quem cuida, teme ou —contraditoriamente— admira. Com base em distintas abordagens teóricas, serão discutidos aspectos da ‘’hombro-sexualidade’’ em relação a um outro feminino ao mesmo tempo sedutor e ameaçador pertencente aos discursos tradicionais de masculinidade do momento, assim como a complexa relação do artista em geral —Buñu-Él— com sua “obra”. Tudo isso mostra que o princípio psicanalítico do "pai totêmico" de Freud ainda é esclarecedor quanto aos aspectos da relação masculina com um Ele —físico e fantasmático, memorial e profético— que, dependendo da saúde mental e social do caso, bloqueia-canaliza a psicologia –ou economia do gozo- masculina.
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