O espaço em profundidade

Dinâmicas de verdade e falsidade no evento cinematográfico

Autores

  • Matías Nicolás Taylor Universidad Nacional de La Plata

Palavras-chave:

espacio cinematográfico, diégesis, proyección, dispositivo

Resumo

Este artigo  pretende expandir as noções de verdadeiras profundidades abertas [vraies profundeurs franches] e verdadeiras profundidades destruídas destruidas [vraies profundeurs detruites] propostas por Raymond Bellour em sua análise sobre o espaço cinematográfico (1997). Nesse sentido, discorre-se acerca da relevância teórica da falsidade como categoria de análise, visando abordar tanto a espacialidade diegética do filme quanto a espacialidade específica no âmbito da projeção. Para tal finalidade, são tomados como referência alguns filmes, bem como o uso de projeção fílmica em obras de arte contemporâneas. Como ferramentas de análise, as estéticas de composição [compositing] e montagem propostas por Lev Manovich (2021), a periodização de estilos cinematográficos de André Bazin (2005), a leitura fenomenológica do cinemático de Vivian Sobchack (2021) e a análise do espaço representativo de Eduardo Grüner (2021).

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Biografia do Autor

Matías Nicolás Taylor, Universidad Nacional de La Plata

Licenciado de Teoría y Crítica de Artes Audiovisuales en la UNLP y Estudiante en la Diplomatura de Preservación y Restauración Audiovisual de la Sociedad por el Patrimonio Audiovisual. Actualmente desarrolla un proyecto de investigación sobre la utilización de proyecciones audiovisuales en obras de instalación argentinas, y contribuye a la organización del ciclo de audiovisuales inconclusos En Potencia. E-mail: matias.n.taylor.audiovisuales@gmail.com

Publicado

2023-04-13

Como Citar

Taylor, M. N. (2023). O espaço em profundidade: Dinâmicas de verdade e falsidade no evento cinematográfico. Imagofagia, (27), 115–134. Recuperado de https://imagofagia.asaeca.org/index.php/imagofagia/article/view/919

Edição

Seção

Teorías